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A Gollegaã (hoje Golegã) já conta com o status de Vila desde 1534 (reinado de D. João III), e terá tido a sua procedência numa albergaria "Venda da Gallega", (julga-se no reinado de D.Afonso III) junto à então principal estrada real, onde a sua proprietária, mulher natural da Galiza, acolheria fidalgos de passagem e onde a muda de cavalos também era praticável, lugarejo este que mais tarde passaría à designação de Gollegã. Diz ainda a lenda do povo que esta galega era muito gorda e que por tal teria sido conhecida por "gallegã".

De 1800 a 1820, em que a população total do país permanecia à volta de três milhões de habitantes, deviam viver da agricultura uns 2 400 000 (lavradores, proprietários ou rendeiros, e jornaleiros mais suas famílias). Ficavam, portanto, só 600 000 para a indústria, o comércio, as profissões liberais (médicos, advogados, etc.), os empregos do Estado, etc.

A terra estava mal dividida, pois embora houvesse muitos pequenos proprietários, a maior parte dela pertencia, no começo do século XIX, a um pequeno número de nobres, a ordens militares e a conventos. Em 1834 o governo confiscou, as terras das ordens religiosas, cujos frades expulsou. E depois vendeu essas terras, assim como parte das terras da família real. Quem as comprou foram os barões, que assim constituíram, sobretudo no Ribatejo e Alentejo, enormes propriedades (chamadas latifúndios).

Em algumas zonas ribatejanas dominavam os latifúndios (grandes propriedades rurais, também chamadas herdades, geralmente de rendimento baixo). Cada latifúndio tinha um conjunto de construções, compreendendo a casa do lavrador, as do pessoal permanente (feitor, boieiro, pastor, etc., os celeiros, os currais para o gado, as arrecadações das alfaias, a casa da malta (para os ganhões e malteses que vinham trabalhar temporàriamente, e também para os mendigos), etc.





A vila da Golegã que é hoje município e que consta de duas freguesias, Azinhaga e Golegã, é desde outrora conhecida pela fertilidade dos seus solos, pelas grandes quintas agrícolas, pelas cheias, pelas ganadarías e touradas, pela Qta. da Cardiga que remota a 1169 ano em que foi doada por D.Afonso Henriques à Ordem do Templo, pela sua igreja, que é, em manuelino o que de mais belo existe entre templos rurais e pela Feira de S. Martinho (cujo principal dia é naturalmente o dia de S. Martinho a 11 de Novembro) onde os melhores criadores de cavalos se encontram e competições de raça já se efectuam há mais de século e meio. Uma verdadeira "Meka" para os mais aficionados, para além de outros acontecimentos e factos de várias naturezas. >>>>>>> 

  












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