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Este sobrenome anoso, secular até, encontra-se ora escrito com 's' ora escrito com 'z', por vezes directamente relacionado ao mesmo indivíduo, por vezes a irmãos e filhos legítimos de um mesmo conjúgio, para além de demais feições. Assim se nos é por vezes deparável em "Livros de Registos de Assentos Paroquiais de Baptismos" de uma mesma freguesia e assinados por um mesmo pároco, só para deixar um exemplo.

De 1800 a 1820, em que a população total do país permanecia à volta de três milhões de habitantes, deviam viver da agricultura uns 2 400 000 (lavradores, proprietários ou rendeiros, e jornaleiros mais suas famílias). Ficavam, portanto, só 600 000 para a indústria, o comércio, as profissões liberais (médicos, advogados...), os empregos do Estado, etc.

A terra estava mal dividida, pois embora houvessem muitos pequenos proprietários, a maior parte dela pertencia, no começo do século XIX, a um pequeno número de nobres, a ordens militares e a conventos. Em 1834 o governo confiscou, as terras das ordens religiosas, cujos frades expulsou. E depois vendeu essas terras, assim como parte das terras da família real. Quem as comprou foram os barões, que assim constituíram, sobretudo no Ribatejo e Alentejo, enormes propriedades, chamadas latifúndios
(grandes propriedades rurais, também chamadas herdades, geralmente de rendimento baixo). Cada latifúndio tinha um conjunto de construções, compreendendo a casa do lavrador, as do pessoal permanente; feitor, boieiro, pastor, etc., os celeiros, os currais para o gado, as arrecadações das alfaias, a casa da malta (para os ganhões e malteses que vinham trabalhar temporàriamente, e também para os mendigos), etc.

Gostaria ainda de não deixar por citar um artigo no jornal "Alma Nova", Suplemento Cultural de "O Mirante", que no seu nº12 de 17 de Dezembro de 1977, nos faz saber que,
"Maltez, significa natural da ilha de Malta ou cavaleiro da Ordem de Malta. Não sabemos nem atinamos o motivo pelo qual aos homens desprezíveis se dá o nome de maltezes (mendigos de passagem, indivíduos mal encarados, etc.).Malta serve também para designar a roupa no geral a pior, que as mulheres levam à cabeça numa trouxa, para vestidas com ela, executarem os trabalhos agrícolas. Tratando-se de homens, malta quer dizer os alforges e tudo o mais que lhe é indispensável no corte do trabalho. O que não há dúvida, é que a palavra é sempre empregada no sentido perjurativo".

Do mesmo artigo, passo a citar ainda,

"Muitos foram os naturais da ilha de Malta que se fixaram na Chamusca, nos séculos XVII e XVIII. Eram, no geral, comerciantes ou artífices. Os seus descendente, alguns dos quais passaram à Golegã, adoptaram Maltez como apelido, pois, como tais, eram tratados há muitas gerações".    
Aurélio Lopes e Arnaldo Vasques


"O nome Maltez em Salvador, Bahia, Brasil é sinônimo de medicina...". 
Carlos Aristides Maltez Junior


Pois então, se o seu sobrenome é ou foi Maltês/Maltez e se pesquisa em seus ancestrais ou familiares e gostaria de consultar a lista de cidadãos de sobrenome Maltês/Maltez residentes no seu país, deverá primeiramente  preencher devidamente o  Formulário destinado a esse fim,  pelo que em seguida receberá uma palavra-passe (senha), que lhe dará acesso à dita lista.

Qualquer informação relativamente aos ascendentes de Sebastião da Silva Maltez, poderá decisivamente contribuir para um descortinar e um avistar de novos horizontes na genealogia da nossa família. Não deixe de visitar este "espaço" com regularidade, para tomar parte de eventuais dados acrescidos.

















 

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